Foi criado uma dicotomia psicológica entre trabalho e viver, como se o ato de trabalhar fosse uma coisa e o ato de viver uma outra coisa, considerando o viver como estar em algum entretenimento, divertimento ou relaxando, enquanto o trabalho sendo o oposto disto, algo sério, sem divertimento e com tensão.
Este fator psicológico traz sofrimento e angustia, já que a
maior parte da vida de um ser é em trabalhos e a menor parte em
entretenimentos, a não ser casos raros de quem nasceu em berço de ouro ou
condições que não necessitem o trabalho, mas para a maioria o trabalho ocupa a
maior parte do tempo.
E com esta dicotomia psicológica entre o viver e o
trabalhar, o sofrimento e angustia, tristeza e depressão é certo, já que estará
a maior parte do tempo “não vivendo”, obviamente com este padrão psicológico
fará o trabalho da pior maneira ou “empurrado com a barriga” como dizem.
Para acabar com isto é muito simples, bastando reprogramar a
definição de viver, trocando a crença de viver ser apenas entretenimento e
diversão para viver sem tudo, tudo que se faz é viver, já que a vida tem de
estar presente para se executar qualquer coisa, sem a vida nada poderia ser
feito.
Viver é tudo, é trabalhar, é estudar, é se entreter, é se
divertir, é tudo, tudo é viver, tudo é vida, toda ação é vida, mas o melhor
viver é o estar em completa harmonia com as leis da natureza e as leis do
criador, assim, fluindo com o todo, a vida também flui de maneira harmoniosa,
fluindo no rio da vida.
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